domingo, 19 de setembro de 2010

comlexo "XY"

Ela eramagra e baixa. Com traços meigos e um pouco desengonçada. Tinha vários sonhos, desejos, e toda vez que via um deles caindo no acaso se desesperava. Em uma quinta-feira como qualquer outra, ela teve um sonho... esse momento de "ilusão" tinha sido mais real do o de costume. Era  um homem alto, branco, de belo corpo e rosto... ele lhe davaum beijo e lhe acolhia em seus braços, que pareciam uma fortaleza de amor, sonhos e descorbetas... Pórem, era um sonho.
Ela acordou triste por ter saído daquele momento, que para ela havia sido tão real.
Em uma sexta-feira, como qualquer outra, ela decidiu fugir, sair... ver as cores e degustar o calor da cidade. Pega o primeiro ônibus que passa em sua frente, e quando se deu conta, estava em um lugar, bonito, calmo, e só. Desceu do ônibus e acendeu um cigarro, e acada trago, sentia o seu corpo leve e pesado... isso era a solidão dando sinais, gritos: "ajudem essa mulher, que só quer amar a carne, a alma, o todo!". Mas como sempre, "XX" abafava bem, esses suspiros de horror.
Após algumas horas, um jovem pediu um cigarro... e ela deu... era um bom motivo para puxar um assunto e deixar de lado o que tanto lhe atormentava. Depos de algums minutos de conversa, ele disse que o seu nome era "XY" e que queria uma (a)ventura em sua vida. Aquilo havia encantado a garota.
Passaram alguns mitos calados conteplando o nada, até que ele tira uma carteira de cigarro do bolso. "XX" estranha, então percebe que  ele só queria estar ali, com ela. Sem pensar, ela lhe beija o olho, e ele treme o corpo todo, e diz: -Será que posso retribuir tal carinho?. Ela ainda está meio desconsertada, mas diz que sim. Fecha os olhos e lembra do sonho que tivera tido, dos braços de "forte", e quando "XY" lhe beija a boca, ela lembra... era ele o homem de belo corpo e rosto do seu sonho, e quando ela abre os olhos, ele não estava mais lá.
Desse modo ela volta para casa, imaginando se tudo é sonho ou é a realidade que é um sonho eterno.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ela era baixa. Como os outros, ela queria. O que ela queria era diferente, ela queria ser livre e queria cada vez mais. Ele era ele. Nada a mais. Ela viu nele a fuga. Ele viu nela a distância. E foi o que fez.

sábado, 4 de setembro de 2010

suponho que o que não se entente é só o não querer conhecer o desconhecido, pois pular na loucura parece ser o fim sa sanidade. no meu ponto de vista, essa queda é o equilíbrio para o que é dual.