sábado, 4 de setembro de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
o que vejo em teus olhos, é tão belo e assustador, que me deixa tonta, desequilibrada. acho que é patético me sentir assim, pois, como é possível amar o que não existe? mas teimo em enfrentar desafios inexistentes, vai ver essa é a válvula que libera as minhas doses diarias de ilusão. mas eu te sugiro algo: - que tal a gente sumir, e voltar para onde não deveriamos ter saído? vamos para casa.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
a pequena de clarice
quando os sons são emitidos,
entram e saem do meu ser,
atingindo sentidos,
que eu, nem mesma sei.
entram e saem do meu ser,
atingindo sentidos,
que eu, nem mesma sei.
domingo, 4 de abril de 2010
canção de final
é, agora eu sei, que o vento não se pode guardar em vidros,
pois sufocá-lo é sufocar a se mesmo.
é, agora eu sei, que o fogo é o que chamamos de frio na barriga,
pois sufocá-lo é sufocar a se mesmo.
é, agora eu sei, que o fogo é o que chamamos de frio na barriga,
queria não saber sobre as borboletas,
elas são belas e encantadoras,
elas são belas e encantadoras,
roubando o fôlego.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Acho que chamo isso de adeus
É triste, ter que sepultar algo,
principalmente quando é uma parte do seu coração que acabou de ser sentida,
mas meus pensamentos não podem trazer aquele olhar,
que tempos atrás deseja meu corpo de mulher, e a minha inocência de garota,
tem coisas que são terminadas sem fim,
o que me faz ter dó do que fui.
sábado, 30 de janeiro de 2010
comunicando
faz tempo que não uso o blog, mas agora o resgatei das trevas. doasidoaisodiasod' vai ser o seguinte, agora não vou só escrever meus poemas, e contos rômanticos de minha vida, agora vou falar tudo que me vier a cabeça, ou seja, vai sair muita merda dessa cabeçinha aqui, que escreve para alguém que um dia venha ler o meu blog (!)
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