quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Um pequeno pedido para o teu olhar
Não queria mudar de vista, mas quando te vi do outro lado senti uma vontade quase que incontrolável de atravessar. Não fui. Sempre fui boa em me dizer não. Não seria diferente nesse momento. Depois de algum tempo me vi em uma necessidade de te ter, um olhar seria o suficiente para mudar um pouco o rumo que tanto construir. Assim, estou eu... esperando ser tocada por tu'alma, e com calma repousar os sonhos e pesadelos que já tanto cansaram de serem carregados em ombros.
domingo, 19 de setembro de 2010
comlexo "XY"
Ela eramagra e baixa. Com traços meigos e um pouco desengonçada. Tinha vários sonhos, desejos, e toda vez que via um deles caindo no acaso se desesperava. Em uma quinta-feira como qualquer outra, ela teve um sonho... esse momento de "ilusão" tinha sido mais real do o de costume. Era um homem alto, branco, de belo corpo e rosto... ele lhe davaum beijo e lhe acolhia em seus braços, que pareciam uma fortaleza de amor, sonhos e descorbetas... Pórem, era um sonho.
Ela acordou triste por ter saído daquele momento, que para ela havia sido tão real.
Em uma sexta-feira, como qualquer outra, ela decidiu fugir, sair... ver as cores e degustar o calor da cidade. Pega o primeiro ônibus que passa em sua frente, e quando se deu conta, estava em um lugar, bonito, calmo, e só. Desceu do ônibus e acendeu um cigarro, e acada trago, sentia o seu corpo leve e pesado... isso era a solidão dando sinais, gritos: "ajudem essa mulher, que só quer amar a carne, a alma, o todo!". Mas como sempre, "XX" abafava bem, esses suspiros de horror.
Após algumas horas, um jovem pediu um cigarro... e ela deu... era um bom motivo para puxar um assunto e deixar de lado o que tanto lhe atormentava. Depos de algums minutos de conversa, ele disse que o seu nome era "XY" e que queria uma (a)ventura em sua vida. Aquilo havia encantado a garota.
Passaram alguns mitos calados conteplando o nada, até que ele tira uma carteira de cigarro do bolso. "XX" estranha, então percebe que ele só queria estar ali, com ela. Sem pensar, ela lhe beija o olho, e ele treme o corpo todo, e diz: -Será que posso retribuir tal carinho?. Ela ainda está meio desconsertada, mas diz que sim. Fecha os olhos e lembra do sonho que tivera tido, dos braços de "forte", e quando "XY" lhe beija a boca, ela lembra... era ele o homem de belo corpo e rosto do seu sonho, e quando ela abre os olhos, ele não estava mais lá.
Desse modo ela volta para casa, imaginando se tudo é sonho ou é a realidade que é um sonho eterno.
Ela acordou triste por ter saído daquele momento, que para ela havia sido tão real.
Em uma sexta-feira, como qualquer outra, ela decidiu fugir, sair... ver as cores e degustar o calor da cidade. Pega o primeiro ônibus que passa em sua frente, e quando se deu conta, estava em um lugar, bonito, calmo, e só. Desceu do ônibus e acendeu um cigarro, e acada trago, sentia o seu corpo leve e pesado... isso era a solidão dando sinais, gritos: "ajudem essa mulher, que só quer amar a carne, a alma, o todo!". Mas como sempre, "XX" abafava bem, esses suspiros de horror.
Após algumas horas, um jovem pediu um cigarro... e ela deu... era um bom motivo para puxar um assunto e deixar de lado o que tanto lhe atormentava. Depos de algums minutos de conversa, ele disse que o seu nome era "XY" e que queria uma (a)ventura em sua vida. Aquilo havia encantado a garota.
Passaram alguns mitos calados conteplando o nada, até que ele tira uma carteira de cigarro do bolso. "XX" estranha, então percebe que ele só queria estar ali, com ela. Sem pensar, ela lhe beija o olho, e ele treme o corpo todo, e diz: -Será que posso retribuir tal carinho?. Ela ainda está meio desconsertada, mas diz que sim. Fecha os olhos e lembra do sonho que tivera tido, dos braços de "forte", e quando "XY" lhe beija a boca, ela lembra... era ele o homem de belo corpo e rosto do seu sonho, e quando ela abre os olhos, ele não estava mais lá.
Desse modo ela volta para casa, imaginando se tudo é sonho ou é a realidade que é um sonho eterno.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
o que vejo em teus olhos, é tão belo e assustador, que me deixa tonta, desequilibrada. acho que é patético me sentir assim, pois, como é possível amar o que não existe? mas teimo em enfrentar desafios inexistentes, vai ver essa é a válvula que libera as minhas doses diarias de ilusão. mas eu te sugiro algo: - que tal a gente sumir, e voltar para onde não deveriamos ter saído? vamos para casa.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
a pequena de clarice
quando os sons são emitidos,
entram e saem do meu ser,
atingindo sentidos,
que eu, nem mesma sei.
entram e saem do meu ser,
atingindo sentidos,
que eu, nem mesma sei.
domingo, 4 de abril de 2010
canção de final
é, agora eu sei, que o vento não se pode guardar em vidros,
pois sufocá-lo é sufocar a se mesmo.
é, agora eu sei, que o fogo é o que chamamos de frio na barriga,
pois sufocá-lo é sufocar a se mesmo.
é, agora eu sei, que o fogo é o que chamamos de frio na barriga,
queria não saber sobre as borboletas,
elas são belas e encantadoras,
elas são belas e encantadoras,
roubando o fôlego.
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